empreendedorismo feminino

Empreendedorismo feminino: tudo o que você precisa saber!

No dia 19 de novembro ― Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino ― foi a data escolhida para trazer à memória as conquistas que as mulheres tiveram ao longo da sua trajetória como profissionais. Esse dia também traz uma reflexão, em todo o mundo, sobre as condições de trabalho nos quais elas são submetidas até os dias de hoje.

No entanto, além dos muitos desafios que ainda faltam ser vencidos, é fato que, nessas últimas décadas, muitas foram as realizações feitas em prol da liberdade feminina, principalmente no que diz respeito ao empreendedorismo feminino. Atualmente, muitos cargos que, antes, eram considerados majoritariamente masculinos, têm sido ocupados por mulheres.

Por esse motivo, preparamos este artigo para explicar para você as principais informações sobre o empreendedorismo feminino no Brasil e, especialmente, em Belo Horizonte. Acompanhe a leitura para saber tudo sobre o assunto!

Qual a realidade do empreendedorismo feminino no Brasil e em BH?

Nos últimos anos, muito se tem discutido sobre a participação das mulheres em diferentes áreas da sociedade. Um dos motivos que favoreceu essa discussão foi a necessidade de muitas donas de casa, ou mulheres que se viram desempregadas por conta da crise econômica que assolou o país em 2015, terem que empreender para garantir uma fonte de renda.

Diante disso, a presença das mulheres no comércio têm sido cada vez maior com o passar dos anos. Além de demonstrar capacidade para exercer profissões que, antes, eram dominadas por homens, muitas mulheres têm provado serem grandes empreendedoras. Esse fator tem contribuído para que um novo cenário seja construído.

Prova disso é que o Brasil ocupa o sétimo lugar no ranking de países com a maior quantidade de empreendedoras femininas. Isso porque os dados mostram que o país já tem 24 milhões de mulheres ocupando essa posição, sendo que quase metade dos MEI são gerenciados por elas.

Outro dado importante é que elas têm o nível de escolaridade maior que o dos homens. A pesquisa mostra que a porcentagem de empreendedoras com formação acadêmica é de 25%, enquanto que com os empreendedores masculinos é de 17%. Além disso, elas pegam menos empréstimos nos bancos e, quando o fazem, o valor médio é menor.

Vale ressaltar que a mulher empreendedora paga taxas de juros maiores quando comparadas ao sexo masculino. Para você ter uma ideia, os números, em porcentagens, mostram que enquanto eles pagam 31,1%, elas contribuem com 34,6%. No entanto, a taxa de inadimplência é menor: homens representam 4,2% e as mulheres 3,7%.

Por fim, a pesquisa ainda destaca que 75% dos empreendimentos gerenciados pelas mulheres já têm duração de dois anos ou mais. Além disso, elas representam 34% dos Donos de Negócio na média nacional.

Esses dados são referentes ao cenário geral do Brasil, quando olhamos especificamente para o estado de Minas Gerais, percebemos que os números são bastante positivos. Isso porque, dos mais de 736 mil empreendedores formalizados, 47% desse total é representado pelas mulheres. Isso significa que são cerca de 347 mil empreendedoras mineiras ativas no mercado.

Analisando esse cenário de uma forma geral, percebemos que muitas mulheres têm optado por enfrentar os desafios que, na maioria das vezes, são impostos pela sociedade, para colocar a prova o seu comportamento empreendedor. A boa notícia, é que elas têm exercido o papel de gestoras tão bem quanto os homens. Por esse motivo, a expectativa é que esses números cresçam ainda mais com o passar do tempo.

Qual o panorama do mercado atual para as empreendedoras?

De acordo com os dados citados acima, percebemos que as mulheres estão se tornado cada vez mais independentes, optando, assim, por investir no próprio negócio. Apesar disso já ser uma conquista que merece ser lembrada, ainda falta muito para que o mercado esteja totalmente favorável para a maior participação delas.

Uma prova clara da restrição do mercado em relação à participação feminina é a oferta de crédito com juros mais altos para as mulheres empreendedoras ― mesmo que a taxa de inadimplência seja menor que a dos homens. Além disso, elas ainda precisam lidar com situações envolvendo o preconceito e falta de incentivo.

Outro ponto que precisa ser destacado é que parte dessas mulheres, que se tornaram empreendedoras, tomaram essa decisão baseadas na urgência de obterem uma fonte de renda. Isso significa que existe uma diferença entre empreender por necessidade e empreender por oportunidade.

Quando a decisão é impulsionada pela necessidade, geralmente, o empreendedor não teve uma formação (ou instrução) para gerenciar uma empresa. Essa característica, sem dúvida, reflete no desempenho do negócio, na busca por soluções inovadoras e na utilização de recurso tecnológicos devido até mesmo à falta de capital, além de não favorecer tanto a economia do país pelo motivo de não gerar renda suficiente.

No entanto, quando se torna um empreendedor por oportunidade, a história tende a ser diferente. Isso porque o indivíduo busca por capacitação, desenvolve um plano de ação e procura por recursos que o ajudam a criar estratégias mais eficientes. Ou seja, as chances desse negócio perdurar no mercado são bem maiores, uma vez que se preparou para assumir a função de gestor.

Nesse contexto, é perceptível a necessidade de incentivar as mulheres a se tornarem empreendedores por oportunidade. Para que se sintam motivadas a investir constantemente em conhecimento técnico, formação acadêmica, entre outros meios que as façam se sentir bem preparadas para lidar com os desafios que vêm junto à função. Além, é claro, de empenhar na busca pela mudança de toda uma cultura que ainda dá lugar ao sexismo.

Qual a importância do empreendedorismo feminino?

Existem diversos motivos que fazem do empreendedorismo feminino algo muito importante para a sociedade como um todo. Podemos citar como exemplo o crescimento visível na economia do país. Afinal de contas, percebe-se que, quando homens e mulheres fazem uso do seu direito de empreender, há um aumento significativo no PIB (ou Produto Interno Bruto).

Isso significa que, além de movimentar a economia, estimular a a maior participação de mulheres empreendedoras no mercado de trabalho contribui, também, com a redução da taxa de desempregos no país.

Outro ponto que deve ser ressaltado é que a mulher empreendedora investe mais na família (o que pode favorecer o desenvolvimento de uma empresa familiar) e tem maior autonomia para pôr fim a qualquer tipo de violência doméstica.

Diante disso, fica claro que o não incentivo à inclusão feminina traz prejuízos para todos. Além do fator economia, existe o esforço aplicado há anos para que, hoje, a mulher possa ocupar posições de reconhecimento dentro da sociedade. Dessa forma, o empreendedorismo feminino expõe para o mundo a força, a determinação e a capacidade de liderança que a mulher tem.

Por esse motivo, mais do que administrar uma empresa, o empreendedorismo feminino representa um instrumento de transformação social, no qual traz uma reflexão sobre diversas questões relacionadas à maneira como a mulher é vista na sociedade atual.

Tanto é que a maioria das empresas que são gerenciadas por mulheres tem maior participação em projetos sociais, com o intuito de proporcionar mais educação e desconstruir muitos conceitos sexistas que ainda insistem em fazer parte da nossa realidade.

Em suma, o empreendedorismo feminino é importante porque gera mais empregos, movimenta a economia e permite que a mulher tenha sustentabilidade no mercado de trabalho. Além disso, contribui com o aumento dos seus rendimentos e, principalmente, se tornem totalmente independentes e protagonistas da sua própria vida.

O que leva as mulheres a empreender?

Como já pontuamos em alguns tópicos, os motivos que levam a maioria das mulheres a se tornarem empreendedoras é a necessidade de obter uma fonte de renda. Isso porque muitas delas se viram desempregadas e sem nenhuma oportunidade a vista para continuar no mercado de trabalho. Por isso, investir no próprio negócio foi a opção mais viável que elas encontraram para garantir o seu sustento.

Outro motivo que também pesa nessa decisão, é o desejo de se tornarem protagonistas da sua própria história. Nesse caso, o empreendedorismo é uma forma de conquistar sua independência financeira de maneira que seja possível conciliar as obrigações do lar e os compromissos do negócio.

Além desses motivos, ainda existe a possibilidade de escolherem esse caminho baseadas no desejo de investir seus esforços naquilo que realmente gostam e que tenha, de alguma forma, um significado. Isso porque para muitas mulheres donas do seu próprio negócio o sucesso é apenas uma consequência de uma longa jornada de esforço e dedicação. Pois o mais importante em tudo isso é a sensação de saber que está fazendo a diferença na sociedade.

Quais as perspectivas de crescimento de espaço para mulheres empreendedoras?

Conforme percebemos nos dados, citados acima, a perspectiva de crescimento do espaço destinado às mulheres empreendedoras é bastante positivo. Isso porque desde a década de 70, quando a mulher foi introduzida no mercado de trabalho aqui no Brasil, é perceptível as mudanças que ocorreram de lá para cá.

Por isso, ao analisarmos a história da evolução feminina no mercado de trabalho, percebemos a ruptura de diversos paradigmas que impediam as mulheres de assumirem cargos que, até então, eram direcionados exclusivamente para o público masculino.

Um exemplo claro dessa mudança é a maior participação da mulher em cargos de gerência e políticos, no qual chegou até a Presidência da República. Diante disso, é constatado o desenrolar de uma evolução em prol da mulher no mercado de trabalho.

Por esse motivo, é de se esperar que a luta pela igualdade e independência não se limite a essas conquistas, pois ainda falta um longo caminho pela frente, visto que é preciso vencer desafios, como o preconceito e a desigualdade, por exemplo.

Quais os principais desafios encontrados pelas mulheres empreendedoras?

Todos nós sabemos que, diante de um mercado cada vez mais competitivo, empreender hoje em dia tem sido um grande desafio para qualquer pessoa. Afinal de contas, elaborar um plano de ação bem estruturado e eficiente, desenvolver uma boa gestão e ainda atuar de maneira competitiva não é tarefa fácil.

Essas dificuldades fazem parte de qualquer negócio, seja ele grande ou pequeno. Porém, quando são administrados por mulheres os obstáculos se tornam ainda maiores, pois elas precisam lidar com diversos fatores que testam a todo momento sua capacidade de gerenciar o próprio negócio.

Sendo assim, a mulher empreendedora, hoje, precisa estar preparada para lidar com diversos desafios. Veja alguns deles a seguir.

Falta de incentivo

A falta de incentivo é, sem dúvida, um dos principais desafios que atrapalha a mulher quando ela opta por investir no próprio negócio. Isso porque a necessidade de lidar com o desencorajamento vindo de familiares, amigos e sociedade ocorre no momento em que é expressado o desejo de empreender.

Nesse sentido, a falta de apoio e a desacreditação no potencial como empreendedora gera como consequência a desestabilização na autoconfiança dela, afetando, assim, o bom desempenho do negócio, visto que essa característica contribui para a insegurança na tomada de decisão, por exemplo.

Preconceito

Aliado à falta de incentivo está a existência do preconceito. Apesar das mudanças visíveis que ocorreram nos últimos anos, vivemos em uma sociedade que, infelizmente, a discriminação baseada no gênero ainda está presente.

No caso da mulher empreendedora, o preconceito se manifesta de diversas formas, a principal delas é quando se coloca em dúvida a capacidade que ela tem de gerenciar o próprio negócio. Afinal de contas, para muitos, o único papel que a mulher tem na sociedade é de cuidar da casa e se dedicar na formação e educação dos filhos.

Por esse motivo, muitas das vezes a ideia de empreender soa de maneira desafiadora para algumas mulheres, principalmente quando o segmento escolhido é majoritariamente frequentado pelo público masculino. Felizmente, essa cultura que incentiva a desvalorização tem ficado cada vez mais no passado.

Isso porque as mulheres já provaram que podem empreender tão bem quanto os homens. Apesar de ainda ser um processo que caminha a passos lentos, um novo cenário no qual permite a participação igualitária de ambos os gêneros vem sendo construído aos poucos.

Múltiplas tarefas

Desde a Segunda Guerra Mundial as mulheres têm contribuído com a sua participação no mercado de trabalho. No entanto, devido às raízes profundas de uma cultura que foi “regada” a séculos por um sistema totalmente patriarcal faz com que a mulher assuma tanto as suas tarefas como profissional quanto como dona de casa.

Isso significa que muitas delas precisam se desdobrar para dar conta de tudo, por isso, assumem diversos papéis (filha, empresária, esposa, mãe, amiga etc). Além de lidar com os compromissos diários, ainda precisam encontrar tempo para se divertirem e se dedicarem aos estudos específicos para empreendedorismo.

Apesar de ter sido criada a ideia de que a mulher consegue conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, essa sobrecarga de funções pode acarretar em prejuízos tanto físico quanto psicológicos para a sua saúde. Por esse motivo, quando se opta por seguir esse caminho, é importante saber delegar certos afazeres para garantir a eficiência e o sucesso do seu negócio.

Quais são as empreendedoras de sucesso em que é possível se inspirar?

Sabemos que o medo e a insegurança são sentimentos que surgem de maneira quase que inevitável quando se pretende viver uma experiência nova. O problema é que muitas pessoas, especialmente as mulheres, tendem a se deixar levar por essas sensações e perdem a chance de agarrar uma oportunidade única.

Em situações como essa, a busca por inspirações de casos semelhantes fazem toda a diferença, pois serve como ponto de apoio e encorajamento para que seja alcançado o propositivo estabelecido. Sabendo disso, preparamos 3 cases de empreendedoras de sucesso para se inspirar. Confira!

1. Anita Roddick

Nascida em 1942 na cidade de Sussex na Inglaterra, a inglesa Anita Roddick, sem dúvida, foi uma mulher a frente do seu tempo. Fundadora de uma das maiores empresas de cosméticos do mundo, a The Body Shop, Anita era dona de uma personalidade forte, no qual falava o que pensava e defendia o que julgava ser o certo.

Por isso, dedicou parte da sua vida em causas sociais, pois acreditava que ser apenas CEO era uma das metas mais desinteressantes que alguém poderia ter, já que depois de alcançar esse objetivo não teria mais propósito. Sendo assim, ela pensava que o certo era assumir a administração de uma empresa com o sonho de torná-la um campo de inovação e de valorização humana.

Seu desejo de fazer a diferença no mundo começou ser exposto por meio de ações que ela implementou na sua própria empresa. Afinal de contas, ela acreditava que antes de mudar o sistema, deveria mudar primeiramente a si mesma. Foi com essas propostas ousadas e, muitas das vezes consideradas radicais, que Anita conquistou o mundo, servido de exemplo para diversas mulheres empreendedoras.

2. Luiza Helena Trajano

Outro grande exemplo de empreendedorismo feminino, agora brasileira, é a Luiza Helena Trajano, nascida em 1951 na cidade de França, é responsável por administrar uma das maiores redes de loja de varejo do Brasil: a Magazine Luiza.

Quando assumiu os negócios da família, a empresa tinha capacidade para atender apenas a demanda local. Sendo assim, foi graças ao esforço e dedicação da empresária que a Magazine Luiza se transformou no que conhecemos hoje.

Sua filosofia de negócio tinha como base a busca por inovação e a eficiência no atendimento ao cliente. Para ela, esses dois fatores são essenciais em uma empresa de sucesso. Há mais de 25 anos à frente da empresa, Luiza orienta as empreendedoras que estão iniciando agora que o primeiro passo condiz em fazer o necessário, para depois fazer o possível e, enfim, descobrirem que podem fazer o impossível.

3. Kylie Jenner

Kylie Jenner nasceu em 1997 em Los Angeles, Estados Unidos. Com apenas 23 anos é considerada, atualmente, a jovem empreendedora mais bem-sucedida do mundo. Provando para todos que não precisa ter idade para ser uma empresária de sucesso. A bilionária foi responsável por lançar, em 2015, uma linha de produtos de cosméticos chamada de Kylie Cosmetics.

De lá para cá, a empresária norte-americana acumulou um patrimônio estipulado em U$ 900 milhões. De acordo com Kylie, o sucesso do seu negócio se tornou possível graças ao empreendedorismo digital. Fato é que a bilionária tem uma participação ativa em diferentes mídias sociais.

Quais os benefícios de ser uma mulher empreendedora?

Além do fator liberdade, se uma mulher empreendedora atualmente agrega diversos benefícios que abrange tanto a vida pessoal quanto a profissional, tais como:

  • desenvolvimento da habilidade de liderança: quando se está a frente de uma empresa, o gestor é o responsável por tomar as decisões e manter a organização — diante disso, se torna inevitável o desenvolvimento da capacidade de liderar;
  • potencializa a capacidade de pensar rápido: apesar de elaborar um bom planejamento, é preciso estar preparado para lidar com qualquer situação, pois é possível que algo saia do controle — sendo assim, aprender a pensar rápido ajuda não somente nos negócios, mas também em situações do dia a dia;
  • visão analítica: uma das principais qualidades da maioria das mulheres empreendedoras é a capacidade de dar mais atenção aos detalhes — esse fator, sem dúvida, ajuda ela a ter uma visão mais precisa do seu negócio;
  • mais prestatividade: as mulheres empreendedoras tendem a ser mais prestativas com os seus funcionários e clientes buscando desenvolver um relacionamento mais próximo — por esse motivo, têm maior facilidade em desenvolver uma gestão de pessoas mais eficiente;
  • incentiva a criatividade: as mulheres são conhecidas em todo o mundo pela característica marcante de serem naturalmente mais criativas — essa qualidade faz toda a diferença quando se é uma empreendedora, isso porque, em um mercado cada vez mais competitivo, ser criativo se torna um diferencial;
  • desenvolve a inteligência emocional (QE): a inteligência emocional é vista como uma vantagem no meio empreendedor, pois permite que o indivíduo compreenda suas próprias emoções — essa característica faz com que ele saiba como reagir em determinadas situações (sendo assim, as mulheres têm essa vantagem a seu favor, pois conseguem desenvolver o seu QE com mais facilidade);
  • facilidade de trabalhar em grupo: as mulheres têm como característica a facilidade de trabalharem em grupo — isso é muito importante quando se é empreendedor, pois contribui com a formação de várias ações, incluindo a formação de uma entidade de classe, por exemplo.

Portanto, com base nessas informações, percebemos o quão importante é o empreendedorismo feminino na sociedade. Além de movimentar a economia é, sem dúvida, uma forma de ampliar o espaço da mulher no mercado de trabalho. Por esse motivo, é importante que todos incentivem a maior participação do público feminino, por meio de práticas que transformem essa cultura sexista no qual vivemos.

Gostou do artigo e quer saber mais? Então assine agora mesmo a nossa newsletter e fique por dentro de diversas outras novidades do assunto.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Não quer perder nada?
Então faça o seu cadastro!

Prometemos não enviar spam!