Descubra agora o que são e como funcionam as startups!

Você sabe o que são startups? São empresas em fase inicial, com potencial de crescimento rápido e que desenvolvem produtos e serviços inovadores. Várias tecnologias para PMEs foram elaboradas por empresas desse tipo.

Além de otimizar processos internos, as soluções lançadas por esses negócios estão causando grandes impactos nas relações de consumo. É por isso que as startups estão revolucionando o mercado varejista. Para não ficar em desvantagem, você precisa aprender com o modo de operação dessas empresas e se reinventar.

Quer entender melhor o que são startups e como elas estão transformando o comércio? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

O que são startups?

Em tradução literal para português, “start up” significa “comece”. No entanto, no universo dos negócios, o termo não pode ser aplicado apenas para uma empresa qualquer que esteja em fase inicial.

As startups são, de fato, negócios novos, mas que também desenvolvem produtos ou serviços inovadores, com baixos custos de manutenção e com potencial de crescimento rápido. Uma loja de roupas que acabou de abrir, por exemplo, não pode ser considerada uma startup. Afinal de contas, esse já é um modelo de negócio consolidado e não tem nada de inovador.

As startups são negócios de risco que se desenvolvem em um ambiente de incertezas. Isso porque, na maioria das vezes, a ideia central da empresa nunca foi testada. Por isso, o empreendedor só vai ver se dá certo na prática.

Quais são as características das startups?

As startups são fundadas por pessoas com comportamento empreendedor, que identificaram um problema no mercado que precisa de solução. Isso quer dizer que essas empresas desenvolvem produtos ou serviços que vão transformar para melhor a vida de empresas e consumidores.

Para ser classificado como startup, o negócio precisa ter algumas características fundamentais. Veja quais são elas!

Inovação

inovação disruptiva é a essência do que são as startups. Essas empresas desenvolvem novas soluções com potencial para revolucionar o mercado, criar nichos e até mudar o comportamento do consumidor. São ideias únicas, nunca pensadas e que prometem solucionar um determinado problema.

Quer um exemplo prático? Os serviços de streaming — como Netflix e Spotify — mudaram a forma das pessoas consumirem filmes, séries e músicas. Locadoras de vídeo quebraram, da mesma maneira que as TVs e a indústria de CDs precisaram se reinventar para não perder mercado.

Escalabilidade

Ser escalável significa crescer rapidamente sem necessariamente aumentar os custos do negócio. Para o Spotify suportar o aumento na base de clientes, por exemplo, os custos de manutenção não crescem de maneira significativa. Ou seja, o valor gasto com a estrutura permanece praticamente o mesmo e os lucros do negócio só crescem.

Para fazer um comparativo, imagine uma loja de sapatos. Para suportar o aumento no fluxo de clientes, a empresa precisa ampliar a estrutura, contratar mais funcionários, comprar mais mercadorias etc. À medida que a empresa cresce, os custos de manutenção sobem de forma proporcional. Portanto, apesar de também ser um negócio lucrativo, esse não é um modelo escalável.

Repetibilidade

Essa característica diz respeito à capacidade de reprodução do produto ou serviço em larga escala, de forma simples, sem personalizações muito específicas. Por mais que uma bolsa, por exemplo, seja produzida em grande quantidade, não é possível vender a mesma unidade mais de uma vez. Isso significa que é necessário um item diferente em cada venda.

Por outro lado, um sistema de gestão empresarial pode ser reproduzido sem a necessidade de criar um software para cada negócio. Portanto, esse é um modelo de negócio repetível. É lógico que pode haver customização, mas todas as variáveis são incluídas ainda na etapa de desenvolvimento do software e não de forma individualizada.

Flexibilidade

Lembra-se de que as startups se desenvolvem em um ambiente de incertezas porque a solução ainda não foi testada? Para lidar com isso, é necessário ter flexibilidade, a fim de se adaptar às mudanças. É por isso que, geralmente, as startups mantêm estruturas mais enxutas e com equipes multidisciplinares. Isso permite uma maior autonomia na atuação e modificações frequentes de processos e estratégias.

Tecnologia

A verdade é que a empresa não precisa ser nativa digital para ser caracterizada como startup. No entanto, é difícil pensar em uma solução inovadora, escalável e repetível sem apoio de tecnologia, não é mesmo? São as tecnologias que viabilizam operações mais rápidas e baratas.

Em suma, para ser uma startup, a solução proposta precisa ser inovadora, escalável, repetível e tecnológica. Além disso, a empresa precisa ser flexível para lidar com o ambiente de incertezas, já que não há como prever os resultados por não haver precedentes.

Quando surgiram as primeiras startups?

Não é de hoje que existem startups. No entanto, as empresas começaram a ser denominadas desse jeito no final dos anos 90. O termo surgiu no Vale do Silício, na baía de São Francisco (Califórnia, Estados Unidos). É lá que está localizada uma das melhores e mais famosas universidades do mundo: a Stanford University.

Para você ter uma ideia, o Google começou a engatinhar como um projeto de doutorado de Larry Page e Sergey Brin, na Stanford. É por isso que a região é conhecida como o berço da tecnologia. Várias outras empresas que começaram como startups foram fundadas e são sediadas no Vale do Silício. Apple, WhatsApp, Instagram e Uber são alguns exemplos.

O termo startup começou a ser usado entre 1996 e 2001 durante a bolha da internet. Essa fase também foi conhecida como a época das empresas “ponto com”. Isso porque foi nesse período que a internet começou a se popularizar, e muitas empresas surgiram com “ponto com” no final só para deixar claro que elas estavam na web.

Como os negócios que surgiram nessa época eram muito promissores, grandes investidores — e até leigos — começaram a especular e investir pesado em empresas de risco. Foi aí que empresas passaram a ser supervalorizadas e a bolha começou a inflar. Depois de a bolha estourar, muitos negócios online faliram. No entanto, algumas empresas souberam aproveitar o período e cresceram ainda mais. Esse foi o caso da Amazon e do Ebay.

Grande parte desses negócios que surgiram durante a bolha apresentavam soluções inovadoras e começaram a ser nominados como startups. A primeira startup brasileira iniciou suas atividades em 1999: era o QuantoCusta, hoje conhecido como Buscapé.

Vale lembrar que as empresas não recebem esse título para sempre. Depois de validar o modelo de negócios e se estabilizar, elas já não podem ser consideradas como negócios em fase inicial. Portanto, deixam de ser startups assim que se consolidam como uma empresa de sucesso. O Google e o Facebook, por exemplo, começaram como startups, mas já não levam mais esse título.

Quais são as vantagens competitivas de uma startup?

Mais uma vez vamos bater na tecla da inovação. Afinal de contas, todo mundo adora uma novidade, não é mesmo? No mercado B2C (empresas para consumidor), as startups ganham vantagem porque oferecem soluções mais rápidas, tecnológicas e de maior qualidade. Tudo que o novo perfil do consumidor quer.

Para o mercado B2B (empresas para empresas), as startups desenvolvem soluções de otimização. Assim, todo mundo ganha. A seguir, entenda quais são as maiores vantagens de uma startup.

Custos

Os custos de operação de uma startup são muito mais baixos em comparação às empresas tradicionais. Com isso, o preço final de venda é mais atrativo. Assim sendo, adquirir produtos ou serviços de startups se torna mais barato, o que a deixa em vantagem diante da concorrência.

Um exemplo prático disso é a revolução que o Uber provocou no setor de transporte individual. Com a entrada do aplicativo no mercado, muitos consumidores optaram pela startup porque o serviço é mais prático e tem uma qualidade superior a um preço mais acessível se comparado com o táxi.

Diferenciação

Os produtos e serviços comercializados pelas startups costumam ser diferentes de tudo que já está disponível no mercado. Isso enche os olhos tanto das empresas quanto do consumidor final. Apesar de, muitos vezes, o valor de venda ser mais barato, existe um valor agregado justamente por causa da diferenciação. Isso deixa as startups um passo à frente das empresas tradicionais.

Foco em resultados

No mercado, é muito comum ver startups que se tornam negócios milionários em menos de um ano de vida. Os fatores que mais contribuem para isso são a escalabilidade e a repetitividade. Com esse crescimento acelerado, os resultados também aparecem muito mais rápido. Isso acontece por causa do foco que elas têm nas soluções. Assim, essas empresas crescem e constroem uma boa reputação e uma enorme base de clientes rapidamente.

Quais são os exemplos de startups brasileiras de sucesso?

De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o Brasil tem 12.731 startups. Muitas delas ainda estão em fase embrionária. No entanto, já existem diversos cases de sucesso que estão, inclusive, se expandindo para outros países. Na sequência, conheça algumas startups fundadas no Brasil que já ganharam destaque internacional.

Nubank

O Nubank é uma fintech — nome dado às tecnologias financeiras — que nasceu em 2013, em São Paulo. A empresa começou com apenas um produto: o cartão de crédito sem anuidade ou taxas.

Além da gratuidade, algo não muito comum no universo dos cartões de créditos, o grande diferencial do Nubank é o processo 100% online. A solicitação do cartão e o acompanhamento de todas as movimentações financeiras são feitos por meio do aplicativo da empresa.

Agora, a fintech já oferece outras soluções como:

  • Nuconta: conta digital gratuita com opções de pagar no débito, realizar saques em caixas 24 horas e fazer transferências ilimitadas e sem custos para qualquer banco;
  • Nubank Rewards: programa de benefícios do cartão de crédito em que os pontos não têm data limite para expiração.

Hoje, o Nubank conta com mais de cinco milhões de clientes e é a primeira startup brasileira a ser avaliada em US$10 bilhões. Além disso, a empresa está expandindo sua atuação para a América Latina.

GuiaBolso

Essa também é uma fintech, mas para gestão de finanças pessoais. A solução começou a ser idealizada em 2012, porém a primeira versão só foi lançada em 2014. O objetivo da plataforma é ajudar pessoas comuns a lidar com o próprio dinheiro e evitar o endividamento.

O aplicativo vincula as contas bancárias e de cartão de crédito e analisa a situação financeira do usuário. Com isso, é possível ter uma visão ampla dos gastos e verificar se as contas estão no azul ou no vermelho. Além do mais, a plataforma conta com soluções de inteligência artificial para fazer aconselhamentos personalizados.

O GuiaBolso ainda ajuda os clientes a contratarem empréstimos de instituições financeiras parceiras. A previsão é de que a empresa atinja um valor de mercado de R$1 bilhão ainda em 2019.

QuintoAndar

Essa é uma startup que está revolucionando o processo de aluguel de imóveis residenciais. Afinal de contas, os trâmites feitos em imobiliárias não são muito apreciados pelas pessoas que querem alugar um imóvel para morar, pois são burocráticos, o inquilino precisa de fiador e o dono do imóvel paga o anúncio na imobiliária.

O QuintoAndar é uma plataforma online que promete simplificar tudo isso, e com segurança tanto para o locador quanto para o locatário. Os proprietários podem anunciar seus imóveis no site sem custos — eles só pagam se o imóvel for alugado — e recebem o valor do aluguel todos os meses, mesmo se o locatário atrasar.

Já o inquilino pode fazer todo o processo de escolha do imóvel e de fechamento de contrato pela internet. Não precisa de fiador nem pagar cheque-caução ou ir ao cartório com o objetivo de formalizar o contrato. O deslocamento só é necessário para visitar o imóvel escolhido.

A ideia desse empreendimento surgiu quando os fundadores, André Pena e Gabriel Braga, estudavam justamente em Stanford, nos EUA. Em 2012, em Campinas, eles decidiram tirar a ideia do papel. Logo o raio de atuação se expandiu e, atualmente, o QuintoAndar já está presente em 26 cidades brasileiras em 9 estados. A startup já está valendo cerca de R$1 bilhão.

Conta Azul

Sistemas de gestão sempre existiram aos montes, mas nem todos eram fáceis de usar e acessíveis. A Conta Azul inovou ao criar uma plataforma de gestão 100% online e com funcionalidades simplificadas para controlar as finanças de pequenas empresas.

A startup foi fundada em Joinville, no estado de Santa Catarina, em 2010. O objetivo do sistema é centralizar as atividades de gestão financeira e integrar com a contabilidade da empresa. Assim, o empresário tem menos trabalho para lidar com os aspectos burocráticos e consegue controlar melhor o seu próprio negócio. Por meio do software, entre outros, é possível fazer:

  • controle de estoque;
  • gestão de clientes;
  • emissão de boletos de cobrança;
  • controle de fluxo de caixa mensal;
  • controle de contas a pagar e a receber;
  • sincronização da nota fiscal de entrada com a gestão de estoque e contas a pagar;
  • emissão de nota fiscal de venda (NFC-e);
  • conciliação bancária;
  • DRE gerencial;
  • relatórios de faturamento.

Neste ponto, é bem provável que você já tenha ouvido todos esses nomes que mencionamos por aí e, até mesmo, experimentado as soluções dessas startups. Contudo, não sabia que essas empresas eram classificadas dessa forma.

As startups estão por todos os lugares e atuam em diversos setores: saúde, educação, entretenimento, transporte, recursos humanos, gestão empresarial, varejo e por aí vai. A seguir, você vai entender melhor como essas empresas impactam o comércio varejista.

Por que as startups têm transformado o varejo?

Basicamente, porque as soluções inovadoras desenvolvidas por essas empresas estão mudando as relações de consumo. Nesse sentido, os clientes já estão acostumados com a praticidade que as tecnologias trouxeram ao dia a dia.

Portanto, eles esperam que as empresas adotem ferramentas inteligentes para deixar a experiência ainda mais completa. Com isso, o varejo se vê obrigado a se reinventar, a fim de crescer ou apenas garantir a permanência no mercado.

Facebook, por exemplo, já foi uma startup, mas não foi criado para o varejo. No entanto, você tem alguma dúvida de que a rede social mudou a relação de consumo e, hoje em dia, tem papel fundamental nas estratégias de um comércio?

Os impactos das startups no varejo são de ordem direta ou indireta. Tem empresas atuando em todos os pontos da cadeia produtiva. Existem soluções para:

  • gestão financeira;
  • segurança de dados;
  • gestão inteligente de estoque;
  • formas de pagamento alternativas;
  • tecnologias de atendimento;
  • análise de comportamento do consumidor;
  • marketing;
  • programas de fidelidade;
  • cashback;
  • estratégias omnichannel;
  • plataformas mobile.

São diversas ferramentas com o objetivo de otimizar a gestão e melhorar o relacionamento com o cliente. Logo, não tem para onde fugir: ou o varejo segue a tendência e se reinventa ou perderá mercado.

O que as startups podem ensinar para o mercado?

Assim como as startups desenvolvem soluções nunca vistas no mercado, você também precisa pensar em diferenciais com o intuito de se destacar da concorrência.

Contudo, não é só isso que serve de inspiração para os demais negócios. Adiante, acompanhe as estratégias adotadas pelas startups que podem servir de inspiração para as empresas tradicionais.

Foco no cliente

As startups nascem de uma necessidade latente do mercado. Afinal de contas, o objetivo é sempre desenvolver uma solução que resolverá algum problema. Para que esse produto ou serviço tenha sucesso e cresça rapidamente, é essencial que o cliente esteja no centro de todas as estratégias.

É por isso que essas empresas inovadoras investem em pesquisas para entender, a fundo, as necessidades do consumidor. No varejo, muitas vezes, o empresário abre um negócio apenas para realizar o sonho de ter a empresa própria. No entanto, não analisa o mercado de maneira adequada com o objetivo de se certificar que o negócio é viável. Por sua vez, as startups ensinam muito sobre isso.

Cultura empresarial

Muito se fala sobre a cultura de startup. De fato, os hábitos dessas empresas são diferentes dos moldes tradicionais. É um ambiente de trabalho mais horizontal, sem regras rígidas e despida de preconceitos. No geral, startups são mais abertas à diversidade.

Na prática, isso significa que esses negócios são mais transparentes, permitem que os funcionários participem das tomadas de decisão e dão autonomia para eles atuarem da melhor forma, sem a necessidade de um gestor supervisionando tudo o tempo todo.

É claro que existe a cobrança por resultados. No entanto, os colaboradores não são apenas exigidos a cumprir metas, mas sim estimulados a produzirem mais e melhor. Pode parecer a mesma coisa, mas acredite: isso faz a diferença. São várias estratégias de incentivo para o desenvolvimento profissional — como plano de carreira — que ajudam na produtividade e no engajamento dos funcionários.

Agilidade nos processos

Processos extremamente burocráticos travam o desenvolvimento de um negócio. Se a realização de uma tarefa importante precisa passar pelas mãos de diversas pessoas antes da aprovação, é claro que o processo vai ser mais demorado.

As startups são mais descomplicadas e práticas. Esse é um dos motivos pelos quais elas crescem tão rápido. Por outro lado, isso não significa que você deve agir por impulso nem dar liberdade para que os colaboradores também ajam assim. O importante é pensar rápido, delegar responsabilidades e confiar na capacidade das pessoas que você contratou.

Estratégia muito bem definida

Desde o início, as startups têm um objetivo muito claro. Ele pode ser vender a empresa depois da valorização, comprar negócios semelhantes, fazer fusões ou até lançar o empreendimento no mercado de ações. Nos modelos de negócios tradicionais, não é comum definir um objetivo final tão específico logo de cara.

Portanto, essa é uma lição para aprender com as startups. Toda empresa precisa desenvolver um plano de negócios e um planejamento estratégico para definir o futuro com objetivos bem claros. Isso ajuda a criar estratégias adequadas a fim de alcançar esses propósitos.

Superação das adversidades

Como a startup atua em um ambiente de incertezas, ela é mais vulnerável às instabilidades do mercado. Apesar de isso ser um grande risco, é também uma vantagem. Por estar em alerta constante, esse tipo de empresa costuma lidar melhor com as adversidades.

Afinal de contas, mesmo tomando todos os cuidados com o planejamento, alguma coisa pode sair do curso previsto. Isso é normal e também vale para o varejo. A grande lição aqui é: aprenda com os erros, saiba lidar com o fracasso momentâneo e reformule suas estratégias rapidamente. Assim, a empresa pode se tornar ainda mais forte com as crises.

Entender o que são startups e se inspirar no modelo de atuação dessas empresas pode garantir bons resultados ao seu negócio. Essas empresas desenvolvem soluções com potencial para revolucionar o mercado, criar tendências de consumo e até mudar o comportamento do cliente. É por isso que você precisa ficar de olho nas novidades e investir em inovação para a sua empresa.

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